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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Demanda Energética de Nadadores

O grande número e a intensidade dos treinamentos de natação impõem a seus atletas uma demanda energética extremamente elevada, sendo esta muitas vezes difícil de ser atingida. A necessidade energética de atletas que treinam 4h/dia é de aproximadamente 4.000 a 5.000cal/dia para homens e 3.400 a 4.000Cal/dia para mulheres. No entanto, em um estudo com nadadoras em período de treinamento intenso dividido em dois períodos por dia (5 a 6 h/dia),verificou-se um gasto diário de 5,593 +- 495 Cal. A necessidade energética de nadadores está entre 50 a 68 Cal/kg de peso para homens e entre 35 e 62 Cal/kg de peso para mulheres. Certamente esses valores devem variar conforme a intensidade dos treinamentos, a massa corporal dos nadadores e sua eficiência mecânica.
Buscando verificar se a demanda energética de nadadores era suprida, observou-se que os atletas do sexo masculino costumam atingir sua necessidade energética, enquanto que os do sexo feminino tendem a manter um balanço energético negativo.
É importante e ressaltar que, em períodos de treinos de muita intensidade e principalmente muito volume, os nadadores dificilmente conseguem adequar a ingestão energética ao gasto energético. Por mais que seja observada uma manutenção da massa corporal, esse débito  energético pode levar à perda de gordura subcutânea.
Outro fator que também dificulta a ingestão alimentar adequada é o fato de muitos atletas serem adolescentes. O grande crescimento e desenvolvimento muscular elevam a necessidade energética, tornando ainda mais comum o balanço energético negativo. Ainda, atletas adolescentes podem ter menos oportunidade de comer quando treinos intensos são combinados a uma agenda muito cheia de atividades.
Dessa forma, é recomendado que nadadores com uma  alta demanda energética aumentem o número de lanches durante o dia e utilizem alimentos com lata densidade energética(como frutas secas, oleaginosas, pães, tubérculos) ou suplementos(como bebidas esportivas, barras energéticas e hipercalóricas).

Não confunda Diet e Light


Tecnicamente, existe uma diferença sutil, porém simples de compreender, que pode passar despercebida pelo consumidor - principalmente aquele que não está acostumado a ler os rótulos dos produtos.

“É fácil confundir os dois conceitos”, reconhece o presidente da Abiad (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres), Carlos Eduardo Gouvea. “Por isso, a leitura dos rótulos dos produtos é fundamental”.

Quem tem restrições nutricionais específicas, deve consumir produtos diet

Um alimento diet é aquele isento de determinado nutriente, como o glúten, o açúcar, o sódio, o colesterol ou a gordura, por exemplo. São produtos que foram desenvolvidos, em sua essência, para atender a grupos específicos, como as pessoas que vivem com diabetes ou os celíacos (alérgicos a glúten). Por isso, não basta que a inscrição diet venha impressa na embalagem. É preciso especificar, no rótulo, que substância foi retirada ou substituída na fórmula.
Os produtos com a inscrição diet também podem ser utilizados em dietas de emagrecimento e reeducação alimentar; mas vale lembrar que nem sempre a isenção de uma substância implica em redução de calorias. Vem daí a confusão.
Muita gente interpreta o termo inglês diet, que pode ser entendido como “dietético”, como light. No entanto, a tradução da palavra é mais ao pé da letra e quer dizer apenas “dieta” mesmo – seja ela para emagrecer, para evitar reações alérgicas (no caso dos celíacos) ou para ajudar no tratamento de doenças metabólicas (como o diabetes).

O light surgiu para o consumidor que se preocupa com a saúde

Já os produtos com a distinção light, que em inglês significa “leve”, não precisam, necessariamente, ter isenção total de certo ingrediente. Basta uma redução de, no mínimo, 25%, indicada na embalagem. 
Ao contrário dos alimentos diet, os produtos light não foram desenvolvidos para atender às necessidades nutricionais de determinado grupo. Eles surgiram para suprir a demanda de uma fatia crescente da população, que se preocupa com o bem-estar e a manutenção da saúde.
 Muitos produtos podem ser light e diet ao mesmo tempo e consumidos tanto por quem tem necessidades nutricionais específicas, como por quem quer controlar o peso por motivos estéticos.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A importância dos Antioxidantes na Atividade Física.


Os radicais livres em excesso oxidam, enferrujam as células e provocam sua degeneração.
A prática de exercícios físicos está diretamente ligada à produção de radicais livres. Quando realizamos exercícios intensos, há um grande aumento no consumo de oxigênio no corpo. O enorme bombeamento de oxigênio através dos tecidos desencadeia a liberação de radicais livres.
Além da prática de exercícios, outros fatores podem fazer com que o nosso corpo produza muito mais radicais livres do que o normal, entre eles: poluição, radiação, fumo, agrotóxicos e até mesmo uma dieta pobre em nutrientes.
Estudos mostram que os danos produzidos pelos radicais livres são cumulativos ao longo dos anos, e dentre eles podemos citar: doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, desordens neurológicas (ex.: mal de Parkinson), catarata, artrite e envelhecimento precoce. Para ajudar a evitar todos esses danos, a presença dos antioxidantes no corpo é visto como algo fundamental.
Estudos comprovam que os antioxidantes conseguem neutralizar os radicais livres “doando” os seus próprios elétrons, fazendo com que o nosso organismo interrompa o processo de “roubo” de elétrons entre as moléculas.
A diferença é que os antioxidantes não se tornam radicais livres no momento em que doam seus elétrons porque eles são estáveis de todas as formas. Na verdade eles atuam como um antídoto, ajudando a prevenir danos nas células e nos tecidos.
Os maiores antioxidantes são a vitamina A (beta-caroteno), vitamina C, vitamina E, algumas vitaminas do complexo B, Selênio, Zinco, Lycopene (ou Licopeno), Luteína e Flavonóides e podem ser encontrados nos seguintes alimentos:
ANTIOXIDANTES
ALIMENTO
Fígado, derivados do leite, ovos, cenoura, abóbora, batata doce, vegetais de folhas verdes (frescas), damasco
Vegetais de folhas verdes (frescas), batatas, frutas cítricas, morango, kiwi, manga, tomate, pimenta, pão branco
Óleo vegetal, fígado, vegetais de folhas verdes (frescas), derivados do leite, grãos integrais, nozes e sementes
Levedura de Cerveja, arroz integral, farinha de soja, pães integrais, cereais, carnes, vegetais de folhas verdes (frescas), feijão
Frutos do mar, carnes, grãos, vegetais, alho
Carne vermelha, frutos do mar, peixes, aves domésticas (galinha, perú, pato, etc.), verduras frescas
Tomates
Vinho tinto, uvas, chá, cebola, soja
Na correria do dia-a-dia, às vezes não conseguimos ingerir alimentos com propriedades antioxidantes na medida necessária. Todos nós sabemos que é muito difícil comer bem fora de casa. Mas devemos nos empenhar, mas para cuidarmos melhor do nosso corpo.
A maneira como o alimento é preparado faz com que ele perca muito de suas propriedades nutricionais. Por exemplo, algumas vitaminas antioxidantes (particularmente a vitamina C) são destruídas quando cozidas em água fervendo (portanto dê sempre preferência a cozinhar os alimentos no vapor).

terça-feira, 28 de junho de 2011

Você sabe a importância dos Probióticos e Prebióticos?



A importância da flora intestinal para a saúde é reconhecida há muito tempo devido ao seu papel na regulação do metabolismo do órgão. São mais de 400 tipos diferentes de bactérias no intestino humano, sendo a proporção determinada em grande parte pelo substrato disponível para seu crescimento e desenvolvimento, que, por sua vez, é decorrente da dieta e influenciado por outros hábitos, como o fumo e o consumo de drogas. Os microrganismos que melhoram a função intestinal e têm efeito benéfico à saúde do indivíduo são identificados como probióticos.
O intestino conta com uma verdadeira barreira para preservar a capacidade seletiva do enterócito e prevenir a translocação intestinal,formada por macrófagos,linfócitos,monócitos,leucócitos polimorfonucleares e células dendríticas. Ao menor sinal de risco em função do eventual aumento do número de patógenos, o sistema imunológico é imediatamente ativado por receptores luminais.
Definidos como microrganismos viáveis benefícios para saúde humana, os principais probióticos são constituídos de Lactobacillus acidophilus,johnsonii Lal, reuteri,GG e casei Shirota.
Embora o conjunto de evidências ainda seja limitado, os estudos indicam que esses microrganismos favorecem o funcionamento intestinal em tal magnitude que é possível modular a função imune, as respostas a alérgenos, a saúde do estômago e do intestino e até mesmo os níveis de colesterol sérico e o risco de câncer. Contudo, dificilmente se obtém a elevação do número desses microrganismos a partir do consumo de uma dieta convencional. Para isso, alguns alimentos, especialmente lácteos fermentados, como iogurtes, têm sido desenvolvidos para o consumo na forma de suplemento nutricional. Devido às condições de processamento do produto, aos efeitos do trânsito intestinal e ao tipo de microrganismo, apenas 10 a 30% do conteúdo original de bactérias ou leveduras atinge o intestino. A obtenção de benefícios depende diretamente da capacidade desses produtos em preservar seus elementos probióticos em formas viáveis.

Prebióticos- São aqueles componentes alimentares que, escapando ao processo de digestão e/ou absorção, estimulam o crescimento das bactérias benéficas à saúde do cólon,diminuindo o risco de infecção intestinal e beneficiando a saúde. Os carboidratos complexos, como os frutooligosacarídios e a inulina, encontrados em grande quantidade na chicória, têm despertado imenso interesse desde que os trabalhos capitaneados por grupos europeus, entre outros, deram repercussão à sua importância. Esses carboidratos também são encontrados na cebola, no alho, no aspargo e na alcachofra.
Os alimentos prebióticos são promissores para o combate à diarréia infecciosa, à intolerância à lactose e à prevenção de câncer de cólon.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Natação e o seu Gasto Energético


Apesar de a natação como atividade recreativa e de sobrevivência esta presente desde os primórdios da humanidade, esta enquanto competição requer uma análise diferenciada. A natação competitiva é um esporte composto por provas de duração e distância variadas (50 a 1500m; 22s a 16min) e diferentes estilos (livre ou crawl, costas, peito e borboleta) oficialmente constituindo 32 provas olímpicas.
Quando comparado com outras modalidades, observa-se um gasto energético bastante elevado. Isso é derivado ao dispêndio energético para se manter a flutuação, vencer as forças de atrito corporal, atingir eficiência mecânica, captar globalmente o oxigênio, e adaptar-se à temperatura da água (especialmente em águas frias). Tal é o gasto que um indivíduo, ao nadar determinada distância, gasta cerca de quatro vezes mais energia do que correndo-a.
A adaptação ao meio líquido é sentida de maneira diferente por homens e mulheres. As mulheres possuem uma economia energética cerca de 30% maior pelo fato de possuírem um percentual de gordura maior,contribuindo para a flutuação.
Quanto à necessidade energética de acordo com a intensidade dos treinamentos de natação impõem a seus atletas uma demanda energética extremamente elevada, sendo esta muitas vezes difícil de ser atingida, principalmente no caso das mulheres onde tendem manter um balanço energético negativo.
É importante ressaltar que, em períodos de treinos de muita intensidade e principalmente muito volume, os nadadores dificilmente conseguem adequar à ingestão energética ao gasto energético. Por mais que seja observada uma manutenção da massa corporal, esse débito energético pode levar à perda de gordura subcutânea.
Outro fator que também dificulta a ingestão alimentar adequada é o fato de muitos atletas serem adolescentes. O grande crescimento e desenvolvimento muscular elevam a necessidade energética, tornado ainda mais comum o balanço energético negativo. Ainda, atletas adolescentes podem ter menos oportunidades de comer quando treinos intensos são combinados a uma agenda muito cheia de atividades.
Se considerarmos que em períodos de treinamentos de base e /ou específicos muitos nadadores realizam mais de um treino intenso por dia, é possível verificar que a probabilidade de acontecer uma depleção de glicogênio crônica é bastante grande. Essa depleção crônica certamente influenciará no desempenho tanto nos treinos quanto nas competições próximas a esse período. Dessa forma a refeição ou lanche realizado antes dos treinos também devem ser planejados com cautela para evitar a possibilidade de desconforto gastrintestinal induzido pelo exercício. Deve-se atentar ao tempo disponível para a refeição, sendo que, em caso de um de um intervalo menor do que 3h, prioriza-se a realização, de lanches relativamente leves, ricos em carboidratos e com um baixo teor de fibras, gorduras e laticínios. Esse tempo pode variar entre atletas, sendo necessário avaliar a tolerância individual de cada um.
O consumo de alimentos ricos em carboidratos imediatamente após o treinamento é extremamente interessante para o reabastecimento dos estoques de glicogênio. Nesse momento é importante a atenção para a quantidade de carboidratos a ser consumida do que para o tipo de carboidrato.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Alguns Mitos sobre alimentação e Esporte



Apesar de toda preocupação com a saúde e a aparência, uma gama de conhecimentos errôneos em nutrição e fortes tabus alimentares são observados em grupos de diferentes idades. A proliferação de informações falsas e erradas sobre alimentação, nutrição, dieta, controle de peso e exercício é impressionante.
Muitos vão treinar sem comer (ou, caso o treino seja pela manhã, excluem carboidratos, tiram o miolo do pão no desjejum), emendam treinos sem uma reposição adequada de carboidratos com medo de engordar (especialmente à noite) e acham que basta escolher produtos light para ter uma dieta saudável.
São muitos os mitos circulantes, alguns se mantêm ao longo do tempo, enquanto outros duram uma temporada e novos mitos surgem a cada dia. Um dos mais preocupantes é sobre o leite. Divulgou-se que lactose “engrossa” a pele e impede a definição muscular. Por isso, muitos passaram a excluir leite laticínios da alimentação.
Além de boas fontes de proteína, leite, queijos e iogurtes é a principal fonte de cálcio, fundamental para contração muscular e para densidade óssea e prevenção de osteoporose. A ingestão de cálcio e a densidade óssea devem ser acompanhadas de perto nas mulheres, especialmente naquelas amenorréicas,que apresentam menor densidade óssea e aumento no risco de fraturas por estresse.
As gorduras também costumam ser evitados ao máximo, pois se acredita que optar por alimentos sem gordura é saudável. A falta de gordura pode levar á problemas hormonais pelo consumo insuficiente.
O consumo de proteínas sempre fez parte da mitologia da nutrição esportiva. É comum a crença de que os suplementos de proteínas são a principal fonte de energia para o músculo.É como se o treinamento não surtisse  efeito sem a suplementação.
Então antes de tomar qualquer decisão procure um profissional para orientá-lo melhor.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

OBESIDADE E CIRURGIA BARIATRICA


Nos dias atuais, a Obesidade é vista como um problema de saúde pública  atingindo todas as faixas etárias e grupos socioeconômicos e relacionada a vários tipos de doenças não transmissíveis e acúmulo de tecido adiposo. Para falar de Cirurgia Bariátrica, no entanto, temos que saber sobre obesidade. Ela é determinada pelo IMC (índice de Massa Corporal), que é obtido pelo peso em quilogramas dividido pela altura em metros ao quadrado, onde a Obesidade enquadra-se entre 30 e 34,9 kg/m² (classe I), 35 e 39,9 kg/m² (classe II), e mais de 40 kg/m²(classe III, “obesidade extrema”), mais de 50 kg/m² (classe IV, “superobesidade”), ou mais de 60 kg/m² (”supersuperobesidade”).
Pelo fato da Obesidade ser uma doença crônica de causa multifatorial, autores relatam que o tratamento envolve muitas intervenções, como: nutricional, medicamentos antiobesidade e a prática de atividade fisica, no entanto, várias pessoas não respondem a essas intervenções. Nesse caso entra a Cirurgia Bariátrica como um auxílio na condução clínica de alguns casos de obesidade e vem crescendo nos dias atuais. Pessoas ‘candidatas’ para a realização do tratamento dessa cirurgia são: pessoas que possuem o IMC maior que 40 kg/m² ou com IMC maior que 35 kg/m² associados à doenças como: hipertensão arterial diabetes, dislipidemia, apnéia do sono e etc.
Os principais benefícios dessa cirurgia incluem a perda e manutenção de peso ao longo prazo, melhora ou controle das doenças associadas a Obesidade, com consequente melhora na qualidade de vida dessas pessoas; a redução da ingestão calórica e da absorção de nutrientes são os princípios básicos na Cirurgia Bariátrica.
A cirurgia para o tratamento da Obesidade vem sendo utilizada a mais de 50 anos, onde a mais utilizada é a do tipo Fobi-Capella em Y de Roux onde é um técnica mista, ou seja, restritiva e desabsortiva. O restritivo é quando um pequeno reservatório gástrico é criado com o objetivo de diminuir a ingestão de muitas calorias de uma vez; e o desasortivo, onde há também um desvio de intestino delgado (bypass intestinal), objetivando a redução das calorias absorvidas.
Autores enfatizam que a cirurgia também tem seus malefícios, como a intolerância alimentar principalmente à carnes e doces, com maior destaque para carne, que se mantém mesmo após dois anos de cirurgia. Estas intolerâncias podem agravar deficiências nutricionais, incluindo a de vitaminas e a de minerais, e levar a quadros de anemia, desnutrição e perda de massa protéico-somática; entretanto, sobra e incerteza que a cirurgia da obesidade produz insegurança em transformar uma doença pré-operatória em outra pós-operatória e do número grande de propostas técnicas para um mesmo objetivo. Tem-se que refletir mais um pouco sobre a obtenção do emagrecimento por operação na rotina, pois podem ocorrer complicações metabólicas, deseducação dietética, queda de armazenamento de carboidratos, redução do lípide endógeno, redução da glicose do plasma e aumentar a intolerância à mesma, baixa intolerância ao frio e deficiência de vitamina lipossolúvel.
Por isso, antes de qualquer decisão ou atitude, antes e após a realização, é importante o acompanhamento multidisciplinar (médicos,nutricionista, psicólogos, dentre outros) em todas essas fases. 

Referências Bibliográficas:
BARROS, S, P; BERTO, S, P; VAZ, L, M, N. Qualidade em alimentação nutrição. Campinas, Revista Nutrição, v.8, nº 31, out., 2008.

CAMACHO, P, S; GHARIB,H; GLEN, W,S. Endocrinologia Baseada em Evidências. 2ªed. São Paulo: Artmed, 2008.

SHILS, M, E; OLSEN, J, A; SHIKE, M; ROSS, C, A. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença. 9ªed. São Paulo: Manole, 2006.

SILVA, A, L. Cirurgia da Obesidade (Adiposa). Belo Horizonte, v.94, nº6, p.38-41, junho, 2008.